Visita técnica para conhecer sistema de mitigação de risco para sigatoka negra de Santa Catarina

por admin_ideale

De terça (03) a quinta-feira (05), a engenheira agrônoma do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), Karine Gonçalves, estará em Florianópolis e Corupá, em Santa Catarina, para conhecer o trabalho de mitigação de risco da sigatoka negra (doença da bananeira) desenvolvido sob a coordenação da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc). Também estarão presentes a coordenadora de fruticultura do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), Adelaide Costa, e o presidente da Cooperativa dos Agricultores Familiares Sul Litorânea do Estado (Cafsul), Gustavo Dadalto. 

Com a confirmação da ocorrência da sigatoka negra no Norte do Estado, o Idaf tem trabalhado em parceria com os órgãos envolvidos e o setor produtivo para implementar o Sistema de Mitigação de Risco (SMR). “Com a adesão ao SMR, mesmo após a revogação de condição de área livre do Estado, a produção capixaba poderá ser exportada para qualquer local, já que as medidas de controle estão sendo adotadas. Viemos conhecer como o SMR foi implementado em Santa Catarina e também saber como funcionam as cooperativas. Na região de Corupá há muitas propriedades produtoras pequenas, que se assemelha à realidade do Espírito Santo, por isso, vamos avaliar o que pode ser aproveitado de experiência local para aplicar na produção capixaba”, explicou a chefe da Seção de Defesa Vegetal do Idaf, Karine da Costa Moura Gonçalves. 

Saiba mais 

A ocorrência de sigatoka negra foi registrada em propriedades de São Mateus, Pinheiros e Linhares. Com isso, o Ministério da Agricultura já sinalizou que deverá revogar a Instrução Normativa (IN nº 64, de 21 de novembro de 2006), que reconhece o Espírito Santo como área livre para a doença. 

A sigatoka negra é a mais grave doença da bananeira, provocada por fungo e disseminada, principalmente, pelo vento e por embalagens. Justamente por isso, para o transporte da banana é obrigatório o uso de caixas de madeira de primeiro uso (com nota fiscal) ou plásticas higienizáveis (com declaração de higienização), uma vez que o fungo pode ser veiculado por meio desses objetos. 

 

 

Francine Castro

Você também pode gostar

Reset password

Enter your email address and we will send you a link to change your password.

Get started with your account

to save your favourite homes and more

Sign up with email

Get started with your account

to save your favourite homes and more

Powered by Estatik

Este site usa cookies para melhorar a sua experiência. Vamos supor que você está de acordo, mas você pode optar por sair, se desejar. Aceitar