Após o anúncio do Governo Federal da renegociação das dívidas vencidas e vincendas no período de 1º de julho deste ano a 30 de junho de 2014 das operações de crédito rural vinculadas apenas as lavouras de café arábica, o secretário de agricultura do Estado do Espírito Santo, Enio Bergoli, criticou com veemência a decisão do Ministério da Agricultura.
Em sua página na rede social, Bergoli afirmou. “Lamentável! O Governo Federal anunciou hoje medidas de parcelamento das dívidas dos cafeicultores e excluiu os nossos produtores de Conilon. Os preços estão baixos e a crise é mais grave no arábica, mas é presente também em grande parcela dos cafeicultores de Conilon”, disse.
Por fim, Bergoli foi mais enfático e afirmou: “Só a ignorância de Brasília não explica o fato. É discriminação mesmo”, destacou o secretário que esteve em Brasília, junto com o governador Renato Casagrande e lideranças rurais capixabas no último dia 13 em reunião com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Antônio Andrade, para propor medidas que diminuam os prejuízos que os produtores de café do Estado vêm acumulando com a atual crise internacional no setor.
Mesmo após o encontro, a decisão só incluiu o café arábica e deixou o Conilon de fora.
Redação Campo Vivo
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