O Fórum Internacional do Desenvolvimento Agroambiental Sustentável será no Riocentro, na Barra da Tijuca
As mudanças climáticas representam um dos maiores desafios do século XXI, impactando todos os setores da economia, incluindo o agronegócio. Assim, o agroambiental ganha cada vez mais força pelo alto potencial de mitigação de seus efeitos adversos.
O RIO+AGRO vai debater e explorar oportunidades e desafios, no Brasil e no mundo, especialmente no cinturão tropical. A região compreendida entre os trópicos de Câncer e de Capricórnio terá grande relevância na produção de alimentos para garantir a segurança alimentar do planeta nas próximas décadas.
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O público poderá participar de palestras informativas, painéis de discussão, e sessões interativas que abordarão as últimas tendências, políticas e tecnologias. Os participantes terão a oportunidade de intercambiar com as principais lideranças nacionais e internacionais do setor.
Segundo Carlos Favoreto, presidente do RIO+AGRO, “o fato de o agroambiental conciliar as ciências agrárias com as ciências ambientais garante práticas sustentáveis. E isso contribui efetivamente para solucionar a questão.”
Favoreto, engenheiro agrônomo e doutor em ciência, tecnologia e inovação em agropecuária, é um dos maiores especialistas no tema no mundo. Ele explica que, “seja pela recuperação de áreas degradadas, seja pela integração da lavoura com a pecuária e a floresta, o agroambiental será fundamental para que possamos enfrentar – e superar – a crise ligada ao clima”.
Em 2024, os sistemas integrados de produção, como a ILPF, atingiram a marca de 17 milhões de hectares no Brasil. O aumento agrega benefícios como maior sequestro de carbono e redução das emissões de gases de efeito estufa e do desmatamento e, também, de outros como o aumento da cobertura florestal, da resiliência climática e da produtividade, conservação da biodiversidade e melhoria das condições do solo e da água.
Assessoria de Imprensa RIO+AGRO


