O incentivo vem na esteira do embargo russo às carnes em geral e a uma série de outros alimentos. E – o que é raro na história da União Europeia, segundo os analistas – a maior parte da verba será aplicada em compradores extra-UE, ou seja, em países não integrantes da União Europeia.
Sob esse aspecto, os clientes-alvo foram previamente definidos: África, Sudeste Asiático, América do Norte, China, Japão e Cazaquistão, entre outros. Mas uma pequena parcela estará sendo aplicada por alguns produtores da UE no próprio mercado interno. Assim, países como Polônia, Escócia e Áustria irão investir na ampliação das exportações de carnes para Alemanha, Holanda, Bélgica e Dinamarca, entre outros vizinhos.

