Conforme relatório, mais de 18 milhões de agricultores em 27 países plantaram culturas biotecnológicas em 2013. No ano passado, também foram registradas as primeiras plantações comerciais de milho transgênico resistente à seca nos Estados Unidos.
Os norte-americanos continuam líderes na plantação global de culturas biotecnológicas, com 70 milhões de hectares, ou 40% da área total do mundo. Já os agricultores latino-americanos, asiáticos e africanos juntos cultivaram 54% da área global dedicada às tecnologias.
A América do Sul coletivamente plantou 70 milhões de hectares, ou 41%; a Ásia, 20 milhões de hectares, ou 11%; e a África, pouco mais de três milhões de hectares dedicados as culturas biotecnológicas, ressalta o autor do relatório e Fundador e Presidente Emérito do ISAAA, Clive James.
"Em 2013, o crescimento foi maior nos países em desenvolvimento, sobretudo no Brasil, onde houve um aumento impressionante de 3,7 milhões de hectare, ou 10%, elevando a área para 40,3 milhões de hectares. No próximo ano, o crescimento deverá continuar nos países em desenvolvimento – e o Brasil continuará a liderar, reduzindo cada vez mais a diferença com os Estados Unidos”, destaca.
O estudo revela que mais de 90%, ou 16,5 milhões dos agricultores que utilizam sementes transgênicas são pequenos agricultores com escassez de recursos.

