Os menores valores da carne chegaram, inclusive, a pressionar as cotações do boi gordo ao longo de janeiro. Alegando dificuldades na venda no atacado, frigoríficos recuaram na expectativa de adquirir o animal a preços mais baixos. Essa tentativa, porém, teve efeito limitado devido à entrada relativamente pequena de lotes de pasto em função de chuvas irregulares e forte calor em muitas regiões produtoras do País.
Na quarta-feira, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (estado de São Paulo) fechou a R$ 112,94, leve alta de 0,2% em relação ao dia anterior, mas queda de 1% sobre a quarta anterior. No mês (até o dia 22), o Indicador acumula desvalorização de 1,6%.

