O
efetivo de bovinos em todo Brasil dobrou entre 1975 e 2011, passando de 102,5
milhões para 204 milhões de cabeças, enquanto as áreas de pastagens brasileiras
diminuíram 8%. As informações, divulgadas no início de fevereiro, pela
Assessoria de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura, a partir da
análise de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),
mostra a importância da adoção de novas tecnologias na pecuária.
No
Espírito Santo, técnicos da Defagro Defensivos Agrícolas incentivam e orientam
os pecuaristas no manejo do pasto e na criação dos animais. Segundo o
engenheiro agrônomo da Defagro, Olivério Poltronieri, a implantação de medidas
simples, porém necessárias, pode resultar em ganho de produtividade e renda no
campo. “Na pecuária de leite, por exemplo, com o sistema de rotação de
pastagem, o pecuarista pode irrigar e adubar o pasto corretamente, cuidar do
bem estar dos animais, e, com isso, verificar melhorias na produtividade”, diz
Poltronieri.
De
acordo com o levantamento, em 1975 a área de pastagens naturais e plantadas era
de 165,6 milhões de hectares. Em 2011, esse valor caiu para aproximadamente 152
milhões, aponta estimativa do Mapa. No Espírito Santo, a pecuária de leite já
alcança altos índices de produtividade. Em algumas propriedades, o produtor
aperfeiçoa o uso da terra, através de técnicas adequadas, e ocupa um hectare
com cerca de 10 animais.
Redação Campo Vivo
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