oferta e demanda continuam favorecendo oscilações distintas dos preços entre
regiões do Brasil, de acordo com informações do Cepea. No mercado externo, ora
compras acima do previsto, ora retração compradora levam a altas e baixas de
preços. Agora, a seca na Argentina e no Rio Grande do Sul o ritmo mais lento de
cultivo da segunda safra, especialmente no Paraná, estão prevalecendo na pauta
de agentes.
No Brasil, as
exportações seguem firmes. Até 18 de janeiro, 2,038 milhões de toneladas já
tinham sido embarcadas. Além disso, há cerca de 1,8 milhão de toneladas de
milho nos registros de line-up dos portos de Santos, Paranaguá e São Francisco
do Sul para serem embarcadas nas próximas semanas. Quanto à colheita, no
interior da região Sul, mesmo com o avanço das atividades, os preços subiram na
maioria das praças. Em São Paulo, conforme apontam pesquisadores do Cepea, a
colheita foi retomada na semana passada, elevando a disponibilidade do grão. Ao
mesmo tempo, a demanda segue retraída, com compradores aguardando maior
interesse de negócios por parte de vendedores, na expectativa de preços
menores.
Cepea/Esalq
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