Americanos sugerem a brasileiros maior proximidade com autoridades

por admin_ideale

Operadores
norte-americanos sugerem que empresas aeroagrícolas brasileiras se aproximem
ainda mais dos órgãos de fiscalização e foquem em ações políticas junto aos
órgãos governamentais. A dica veio durante o congresso anual da National
Agricultural Aviation Association dos Estados Unidos (NAAA), ocorrido em
dezembro (dias 3 a 6) em Savanah, Estado da Georgia. O Sindicato Nacional das
Empresas de Aviação Agrícola do Brasil (Sindag) foi representado pelo
empresário Pelópidas Bernardi, da empresa PBA Aviation, de Cachoeira do Sul/RS
(que comercializa aeronaves e é parceira do sindicato aeroagrícola).

Na
palestra sobre a aviação agrícola brasileira, Bernardi apresentou aos
norte-americanos o panorama sobre o mercado, formas de operação e os principais
entraves para o setor no Brasil. Ele abordou também as diversas tentativas de
restringir ou proibir a aviação no País, principalmente por ações sem base
técnica adequada e de cunho populista, na onda da falta de informação do
público em geral.

Durante
o debate de troca de experiências, os empresários locais contaram que, por lá,
a articulação de técnicos junto aos órgãos federais e esclarecimentos junto à
classe política, foram mais eficazes do que a campanha em massa na mídia. No
entanto, o próprio congresso da NAAA e uma das formas deles reunirem os
operadores com autoridades e políticos para discutirem o setor. Além de
colocarem a aviação agrícola na vitrine para o público em geral, a exemplo do
que o Sindag faz no Brasil com o Congresso Nacional de Aviação Agrícola – que
terá sua próxima edição em junho, em Cuiabá/MT.

ESTRATÉGIA
JÁ ADOTADA

Também
por aqui, o Sindag historicamente tem se feito presente em todas as comissões e
grupos de trabalhos que discutam em nível governamental, temas como aviação,
tecnologia, pulverizações e outros temas relacionados ao setor. O objetivo é
garantir suporte técnico aos debates, garantindo a clareza e racionalidade das
estratégias e decisões. Em vista desse posicionamento, desde o ano passado o
sindicato aeroagrícola conta com um consultor técnico em Brasília, para fazer
as aproximações constantes com os órgãos de governo e o meio político.

A
estratégia de proximidade já se refletiu ainda na mobilização iniciada em
julho, conta a proibição pelo Ibama (sem respaldo técnico claro) do uso, pela
aviação, de quatro princípios ativos importantes para a sanidade de lavouras
estratégicas para a produção nacional. E estava presente também nos debates dos
quais o presidente Nelson Antônio Paim participou, em agosto e dezembro de
2012, no Senado, em defesa da aviação agrícola.


SINDAG- Sindicato Nacional das
Empresas de Aviação Agrícola

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