Os futuros do café arábica tiveram sua maior queda
em quatro meses na terça-feira, com investidores liquidando posições no
contrato à vista antes do vencimento e especuladores continuando a vender em
meio a expectativas de excesso de oferta.
A melhora na perspectiva para a próxima safra do
maior produtor do mundo, o Brasil, reforçou preocupações com a possibilidade de
que, provavelmente, a oferta continue excessiva no mercado.
O contrato futuro do café arábica mais ativo, o de
março, caiu 4,9 centavos, a 1,5245 dólar por libra-peso, anulando os leves
ganhos do dia anterior. Foi a maior queda diária desde 24 de julho, trazendo o
mercado de volta às mínimas em 2 meses e meio, de 1,4945 dólares, atingidas na
semana passada.
Os futuros do café robusta com vencimento em
janeiro na Liffe em Londres tiveram baixa de 28 dólares, ou 1,5 por cento, a
1.870 dólares por tonelada, com mínima de 1.861 dólares na sessão, menor valor
de um segundo contrato desde 7 de fevereiro.
Os futuros do açúcar bruto em Nova York também
recuaram, com o mercado enfrentando dificuldades para superar uma faixa de
resistências.
O contrato março do açúcar na ICE em Nova York
caíram 0,04 centavos, ou 0,2 por cento, a 19,90 centavos por libra-peso. O
contrato teve máxima de 20,00 centavos na segunda feira, seu maior nível desde
23 de outubro.
Os futuros do açúcar refinado na Liffe com vencimento em março tiveram variação
negativa de 2,40 dólares ou 0,46 por cento para 523,90 dólares por tonelada.
Reuters
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