O
dia da avicultura é comemorado nesta terça-feira (28) em todo o Brasil. Dados
da Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (Aves) apontam que,
no cenário nacional, o Estado participa com 7,77% da postura comercial, 0,95%
de frangos de corte e 1,12% da incubação/pintos.
Municípios
como Santa Maria de Jetibá, Santa Teresa, Guarapari, Domingos Martins, Santa
Leopoldina, Marechal Floriano, Venda Nova do Imigrante e Afonso Cláudio se destacam
na produção de postura comercial. Já Linhares, Guaçuí, Castelo, Viana, Domingos
Martins e Marechal Floriano tem destaque no frango de corte.
No
último sábado (25) foi inaugurado em Soído de Baixo, em Marechal Floriano um
novo abatedouro, com isso o Espírito Santo passa a contar com sete
estabelecimentos oficiais com o serviço de inspeção.
Atualmente,
a produção média de carne de frango é de 5,8 mil toneladas por mês.
“A
avicultura é uma importante cadeia produtiva do agronegócio capixaba que se
destaca na utilização de tecnologia de ponta e na geração de emprego e renda no
campo. Ela é fundamental ainda em outros arranjos produtivos, pois os
subprodutos, como o esterco da avicultura, viabiliza outros importantes
segmentos, como a fruticultura e a horticultura”, destaca Evair Vieira de Melo,
diretor presidente do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e
Extensão Rural (Incaper).
Em 2012, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) elevou o
status sanitário avícola do Espírito Santo, que passou de “D” para “C”, o que
representa mais abertura de mercado para a comercialização de seus produtos.
De acordo com Fabiano Fiuza, chefe do Departamento de Defesa Sanitária e
Inspeção Animal do Idaf, a ascensão foi possível em função dos investimentos
realizados pelo Governo Estadual, por meio da Secretaria de Estado de
Agricultura (Seag) e do Idaf, em recursos humanos, sistemas, materiais, dentre
outros, além da parceria, em 2011, com a Aves e a Companhia de Alimentos
Uniaves para implantação do Sistema de Integração Agropecuária Online (Siapec).
“Para definir a classificação, que vai de “A” a “D”, o Ministério avalia
critérios como dados descritivos da avicultura, sistema de atenção veterinária,
condições para respostas a emergências sanitárias e adequação às normas do
Programa Nacional de Sanidade Avícola”, explica Fiuza.
Amanda Pinheiro
Redação Campo Vivo com informações do
Incaper
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