Na
manhã dessa terça-feira (31), um avião da empresa Aeroverde Aviação
Agrícola LTDA foi alvejado por um tiro
durante um voo de pulverização aérea na propriedade Menegardo, em Jaguaré.
De
acordo com o proprietário da empresa, Sérgio Bianchini, a área não era de conflito.
“Existem muitas pessoas que são contra a pulverização aérea, mas neste local
onde realizamos o voo, não tem ninguém que proíbe esse tipo de trabalho. Não
recebemos ameaças”, afirmou.
O
caso aconteceu, quando o piloto estava retornando a pista para reabastecer a aeronave,
após a pulverização. O tiro atingiu somente a aeronave, ninguém ficou ferido.
Segundo Sérgio, a polícia esteve no local, e disse que não há suspeitas e o
tiro poderá ter ocorrido por acaso. O dono da empresa de pulverização, aguarda
agora as investigações da polícia.
Nossa
redação entrou em contato com a Policia Militar de Jaguaré e formos informados
que não havia boletim de ocorrência sobre o caso.
Ainda
de acordo, com Sérgio, essa é a primeira vez, que uma aeronave de sua empresa
sofre esse tipo de atentado no município.
Pulverização aérea
A
pulverização aérea tem sido muito solicitada por produtores rurais atualmente,
devido a falta de mão de obra nas fazendas, para aplicação de defensivo
agrícolas. Com o avião, esse tipo de trabalho se torna mais rápido e preciso,
sem ocorrer esmagamento da lavoura, além de possibilitar em média, uma
pulverização em 35 hectares por hora.
Diferente
de tempo atrás, hoje algumas empresas de pulverização aérea utilizam
equipamentos e tecnologia, que quando usados com responsabilidade, agridem
menos o meio ambiente, comparadas à pulverizações terrestre.
Joyce
Azevedo
Redação Campo Vivo
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