A safra de café do Espírito Santo, segundo maior produtor do Brasil, principalmente de robusta, parece muito melhor que o inicialmente esperado, depois da seca severa que secou mesmo algumas represas que alimentam sistemas de irrigação.
O Estado foi o último a receber chuvas, quando elas finalmente retornaram, mas desde então recebeu amplos volumes, e os dados da Somar Meteorologia mostram que a região produtora de robusta teve 25 por cento mais chuvas que o normal para dezembro.
“O desenvolvimento da safra está muito bom. Os grãos estão sendo preenchidos e os frutos têm um bom tamanho”, disse Cristiano Cezena, agrônomo da cooperativa Cooabriel. O principal risco para a safra agora, disse ele, são os dias muito quentes típicos do Estado em janeiro. “Se o sol for muito intenso, poderá queimar o café”, disse.
Reuters (adaptado)

