Os preços do café na Bolsa de Nova York rompem com a resistência dos 1,82 cents por libra e atingem a maior cotação dos últimos 13 anos. No Brasil, o mercado mundial aquecido dá bons preços aos cafeicultores e mexem com a economia das cidades que vivem da cultura a voltar a ter esperança de dias melhores.
Em Espírito Santo do Pinhal, interior de São Paulo, a Coopinhal recebeu neste ano de safra recorde cerca de 80 mil sacas de café e 50% já foi negociado. Segundo o coordenador de comercialização da cooperativa, altas estão sendo aproveitadas pelos produtores para fazer caixa, mas ainda não é suficiente para aliviar as dívidas passadas assumida por eles.
Para 2011, ano que seguirá sob a influência do fenômeno climático La Niña, tenderá a ser menor ao cafeicultor.
Redação NA

