O Ministério da Agricultura ainda é reticente ao drawback para o setor de café, disse o secretário de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Manoel Bertone. “Indústria pede um drawback. Há aspectos políticos a serem equacionados em relação ao drawback. Mas nós podemos buscar mecanismos outros que permitam à indústria avançar com maior competitividade”, disse o secretário.
Segundo ele, é preciso ter salvaguardas claras para que o drawback seja viabilizado. “O Ministério é reticente na adoção de drawback. Não temos mecanismos fitossanitários adequados para certificar que a importação é de origem que não traga riscos”, argumentou.
No caso do café solúvel, o secretário disse que é preciso haver melhor equiparação de preços entre o mercado interno e externo. “E nós pretendemos buscar instrumentos para que isso corra”, afirmou.
Revista Cafeicultura

