Seca comprometeu a qualidade do café conilon do Espírito Santo

por admin_ideale

 


A família Mação é produtora de café há mais de 60 anos em Vila Valério, no noroeste do Espírito Santo. O objetivo da família era colher 1,2 mil sacas, mas a produção deve ser 15% menor do que o esperado. A falta de chuva atrapalhou os planos.

“A seca foi muito forte, com uma temperatura muito elevada. A irrigação não resolvia todos os problemas. O café queimou”, falou o agricultor Geraldo Mação.

Mesmo assim, para este ano a expectativa para todo Estado é de uma produção de 8,1 milhões de sacas de conilon. São 500 mil a mais do que no ano passado. Quem conseguiu superar a seca enfrenta o desafio do preço baixo.

O agricultor José Bento Brumati já colheu quase toda a produção. Até agora, são 150 sacas. É pouco mais do que no ano passado. Na última colheita o produtor vendeu a saca por R$ 200. Hoje, a situação é outra. O valor do produto não passa de R$ 140.

De acordo com a Secretaria de Agricultura do Espírito Santo, até agora, 40% das lavouras foram colhidas.


 


Globo Rural

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