A Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo – Faes quer que setor de crédito rural do Banco do Brasil passe a realizar contratos das operações de custeio da atividade primária, através das operações de giro. Dessa forma, seriam estabelecidos prazo, taxas, valores e garantias atendendo às necessidades de cada produtor. Além disso, o plano de amortização é estabelecido de acordo com os interesses e necessidades das partes.
O objetivo da reivindicação é simplificar o trâmite processual no banco, com a definição de um teto de custeio a cada safra. “Isso também reduziria os custos operacionais para o produtor, que a cada safra precisam renovar a documentação e os registros cartorários para conseguir empréstimo”, destaca o presidente da Faes, Júlio Rocha.
Marcelle Desteffani

