Produtores de Água Doce do Norte visitam Fazenda Experimental do Incaper em Marilândia

por admin_ideale

Conhecer técnicas modernas de cultivo que possam gerar aumento na produtividade da atividade cafeeira é o objetivo da excursão técnica de 60 agricultores de Água Doce do Norte para a Fazenda Experimental do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), em Marilândia. A atividade, que acontece nesta quinta-feira (20), às 06 horas, é uma realização do Incaper em parceria com a Prefeitura de Água Doce do Norte.


Na oportunidade, os participantes poderão conhecer o sucesso da lavoura da variedade de café ‘Conilon Vitória’, que foi lançada pelo Incaper em 2004 e tem apresentado ótimos resultados produtivos na Fazenda Experimental do Incaper de Marilândia. Além disso, os produtores serão instruídos sobre as técnicas adequadas de manejo da plantação, principalmente na colheita e pós-colheita, que é momento atual em que as lavouras capixabas se encontram.


“O fato do agricultor ter a oportunidade de sair da propriedade, possibilita aumentar o campo de visão sobre outros procedimentos que o auxilie no crescimento produtivo em sua propriedade. A excursão propicia a troca de experiências, e os conhecimentos adquiridos poderão ainda ser repassados pelo próprios participantes para outros agricultores do município”, afirma o chefe do escritório do Incaper de Água Doce do Norte, Nilson Araújo Barbosa.


Nilson Araújo ressaltou ainda que um dos objetivos é possibilitar que os participantes adquiram o conhecimento necessário sobre a nova variedade de Conilon.


Na ocasião, o prefeito de Água Doce do Norte,  Abraão Lincoln Elizeu, quatro vereadores do município, e os técnicos do Incaper, Nilson Araújo Barbosa e Evandro Braga Nunes irão acompanhar os produtores.


Os interessados em participar do evento podem procurar o escritório local do município ou entrar em contato pelo telefone (27) 3759 1155.



Café em Água Doce do Norte


No município, o plantio de café está dividido em 70% Conilon e 30% Arábica. Aproximadamente 1.400 famílias utilizam a atividade como fonte de renda econômica. A produtividade média é de 15 sacas por hectare, e produção anual de 105 sacas por ano.


 


 Glícia Gagno

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