O Portal Campo Vivo quer ajudar a resgatar e valorizar a cultura rural do nosso país, e para isso quer a sua participação. Você vai escolher a música sertaneja que quer ouvir. Toda sexta-feira, o resultado das músicas mais pedidas da semana será divulgado, ao vivo, no programa Campo Vivo, na Rádio Globo Linhares, onde você vai poder ouvir a música mais pedida da semana. E no sábado, a música poderá ser escutada no Portal Campo Vivo (www.plum-swan-265997.hostingersite.com).
Como participar:
Para pedir a sua música é só mandar um e-mail para ouvinte@plum-swan-265997.hostingersite.com ou enviar sua mensagem clicando aqui. É necessário colocar o nome e a cidade.
Rádio:
O programa Campo Vivo é transmitido, ao vivo, de segunda a sexta-feira, às 17h45min, na Rádio Globo Linhares (870 AM / www.globolinhares.com.br )
História
(Fonte: Wikipedia)
A música caipira e sertaneja são grupos musicais no Brasil associados à música produzida no país, a partir da década de 1920, por compositores rurais e urbanos, outrora chamada genericamente de modas, toadas, cateretês, chulas, emboladas e batuques, cujo som da viola é predominante.
Inicialmente tal estilo de música foi propagado por uma série de duplas, com a utilização de violas e dueto vocal. Esta tradição segue até os dias atuais. Enquanto o estilo vocal manteve-se relativamente estável ao longo das décadas, o ritmo, a instrumentação e o contorno melódico incorporaram aos poucos elementos de gêneros disseminados pela indústria cultural.
Destacaram-se inicialmente, entre as duplas pioneiras nas gravações em disco, Zico Dias e Ferrinho, Laureano e Soares, Mandi e Sorocabinha e Mariano e Caçula. Foram as primeiras duplas a cantar principalmente as chamadas modas de viola, de temática principalmente ligada à realidade cotidiana – casos de “A Revolução Getúlio Vargas” e “A Morte de João Pessoa”, composições gravadas pelo duo Zico Dias e Ferrinho, em 1930, e “A Crise” e “A Carestia”, modas de viola gravadas por Mandi e Sorocabinha, em 1934. Gradualmente, as modificações melódicas e temáticas (do rural para o urbano) e a adição de novos instrumentos musicais consolidaram, na década de 1980, um novo estilo moderno da música sertaneja, chamado hoje de “sertanejo romântico” – primeiro gênero de massa produzido e consumido no Brasil, sem o caráter geralmente épico ou satírico-moralista e menos frequentemente, lírico do “sertaneja de raiz”.

