Uma produção de escargots abandonada. Esta provavelmente é a razão para a proliferação do caramujo africano em distrito de Feira de Santana, na Bahia, diz a Secretaria de Agricultura local. Embora exista um veneno, ele não está sendo recomendado por ser muito forte e prejudicial ao solo.
Ou seja: os agricultores devem catar um a um os caramujos e depois colocá-los em cal, onde morrem desidratados. Apesar da medida radical, a secretaria diz que o objetivo não é eliminá-los completamente, já que eles têm servido de alimento para cobras, por exemplo.
No distrito de Ipuaçu, a “praga” já consumiu culturas inteiras de feijão, abóbora e batata. Só o milho escapou do apetite voraz dos caramujos. Gildete Dias, a presidente da Associação de Produtores Rurais e Pescadores da localidade, teme que a contaminação se espalhe pelas outras 15 comunidades da região. “De noite, eles tomam a estrada toda”, disse.
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