Os preços do café robusta têm registrado patamares (nominais) recordes no mercado brasileiro, mesmo com a safra 2011/12 do Espírito Santo, principal produtor da variedade, tendo sido a maior da história. Segundo pesquisadores do Cepea, a demanda firme, principalmente por parte das torrefadoras nacionais, e a postura retraída dos vendedores são os principais fatores que têm impulsionado as cotações.
Muitos produtores estão capitalizados, podendo, então, administrar as vendas dos lotes remanescentes. Nesse cenário, têm sido ofertados apenas pequenos lotes do grão em momentos em que os preços são considerados mais favoráveis. Desde o início de novembro, o Indicador do robusta tipo 6 peneira 13 acima, referente ao mercado do Espírito Santo, vem registrando consecutivos recordes, em termos nominais, se considerada toda a série do Cepea, iniciada em 2001. O mesmo cenário de valorização é observado para o tipo 7/8 bica corrida no estado.
Cepea/Esalq
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