Durante a programação do VII Simpósio de Pesquisas do Café do Brasil, realizado em Araxá, Minas Gerais, 12 técnicos do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), entre extensionistas e pesquisadores, conheceram em uma fazenda da Empresa de Pesquisa Agropecuário de Minas Gerais (Epamig) um banco com 1.300 tipos de plantas diferentes de café arábica.
“A Epamig colocou à disposição do Incaper o banco de germoplasma. Isso vai nos ajudar muito com as pesquisas no Espírito Santo, pois poderemos acessar o material a qualquer momento e quando precisarmos”, disse o coordenador do programa de cafeicultura e pesquisador do Incaper, Romário Gava Ferrão, ao explicar que a visita à fazenda da Epamig foi enriquecedora para observar todo o trabalho de melhoramento da qualidade do café que eles possuem.
O pesquisador também participou, nesta quinta-feira (25), como coordenador de uma mesa de apresentação de sete trabalhos selecionados pelo simpósio, envolvendo temas como melhoramento genético, biotecnologia voltada para melhoria da qualidade do café, manejo, irrigação, pragas e doenças, entre outros.
Além dos técnicos que visitaram os trabalhos da empresa mineira, outros 16 técnicos também foram para Araxá participar do simpósio nacional, que debateu diversos temas relacionados à pesquisa em todo o Brasil. Foram seis palestras, seis minicursos, nove painéis e uma visita técnica.
Simpósio
O Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil é realizado de dois em dois anos, e a 7ª edição teve início na segunda-feira (22) e terminou nesta quinta-feira (25). O evento, que reuniu mais de mil pessoas entre pesquisadores e profissionais ligados à cadeia produtiva do café no País, é realizado pelo Consórcio Pesquisa Café e tem como instituições anfitriãs e organizadoras a Universidade Federal de Lavras (UFLA), Universidade Federal de Viçosa (UFV), a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) e a Embrapa Café.
Otavio de Castro
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