Visando o armazenamento superficial de água, a Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural, continua fazendo a abertura de caixas secas. O projeto, que faz parte do Programa de Uso e Conservação do Solo, foi implantado em 2009 para aproveitamento da água da chuva, surgindo como alternativa para minimizar os impactos causados pela seca intensa, que atingiu as lavouras da região nos últimos dois anos. São parceiros também da Prefeitura, os institutos de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf), Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e Federal do Espírito Santo (Ifes).
Segundo o secretário Municipal de Desenvolvimento Rural, Izidoro Rodrigues, em média, é necessária apenas uma hora de máquina para fazer uma caixa. O trabalho consiste na abertura de um buraco, na lateral de uma estrada que deve estar situada em terreno elevado na propriedade, que vai captar a água da chuva e facilitar a sua distribuição. O restante do serviço, que são a distribuição e a manutenção dos leitos dos recursos hídricos, fica por conta da própria natureza.
Geralmente, o buraco tem um tamanho padronizado, com capacidade de armazenar cerca de 10 mil litros, mas o que determina mesmo a sua profundidade e largura é a geografia de cada local, tudo conforme os estudos técnicos realizados na propriedade. Além dos cálculos para definir o dimensionamento, também são consideradas as informações pluviométricas dos últimos anos.
Comunicação / Pref. Colatina

