Fruticultura do Espírito Santo será amplamente mostrada na Granexpoes 2009

por admin_ideale

 


A fruticultura capixaba será responsável por um dia de palestras, debates e reuniões durante o evento, através do 1º Seminário Capixaba de Agroindustrialização da Fruta, a cadeia da fruta é uma das principais responsáveis pela geração de emprego e renda no campo. Uma das rodadas técnicas do seminário discutirá a relação das indústrias com os fornecedores e terá a participação de diversas cooperativas.


Participando amplamente da Granexpoes 2009,  as indústrias e cooperativas de frutas estarão fazendo parte das degustações, exposições e debates.


A BRAPEX Associação Brasileira dos Exportadores de Papaya é uma associação de empresas e exportam  cerca de 90% do total  da produção do papaya brasileiro, sendo a maior parte produzida no norte do estado do Espírito Santo. Devido às excelentes condições climáticas da região, a fruta é produzida durante todo o ano, não havendo interrupções no fornecimento.


A Coopruj – Cooperativa de Produtores Rurais de Jaguaré – é a maior cooperativa de maracujá do Brasil, com 4.100 toneladas produzidas na safra deste ano. Os preços praticados pela cooperativa são a referência para a cotação dos preços do maracujá no País.


A Trop Brasil,   em homenagem à Granexpoes 2009, moerá o primeiro lote de abacaxi no dia da abertura da feira,  é o principal parceiro comercial da Coopruj, absorve um mínimo de 70% da produção de maracujá produzido pelos cooperados.


A Trop Brasil é uma  indústria produtora de polpas e de sucos, integrais e concentrados, provenientes de frutas tropicais destinados às industrias de alimentos e bebidas.


A Peterfrut  é líder nacional no segmento de morangos, comercializou em 2008, sete milhões de kilos de morango e atua em 7 estados. É a primeira empresa rastreada do Brasil com selo de origem, tem 906 agricultores na integração PIF – Programa Integrado de Fruta, gera 258 empregos diretos e 3250 indiretos. Toda a produção é cuidada pelas normas de sustentabilidade e rastreabilidade.


A Coopfrut atua como colhedora da manga ubá, produzida nas propriedades rurais do Vale do Rio Doce. No ano de 2008 colheu um milhão de kilos.


A Fruticultura no Espírito Santo


Ocupando uma área de 85 mil hectares, gera cerca de 50 mil empregos diretos, com uma produção anual de 1,28 milhão de toneladas, o que proporciona uma renda próxima dos R$ 500 milhões/ano, nos últimos seis anos, a produção do Estado foi elevada  em 30%, sem aumentar a área plantada.


A fruticultura no Estado do Espírito Santo comparada à cafeicultura e à pecuária, é uma atividade agrícola recente, porem notória nos últimos dez anos, período em que a diversificação agrícola foi uma tonica em vários municípios. A sua introdução foi marcada pelo plantio de lavouras de banana ‘Prata’ nas áreas cafeeiras que estavam sendo erradicadas na década de 60. A região norte do Espírito Santo vem destacando-se por apresentar uma exploração agrícola moderna, tecnificada e empresarial, principalmente na área de fruticultura, onde as principais culturas implantadas são mamão, mexerica, morango, abacate, maracujá, coco e banana, ocupando grandes extensões das áreas cultivadas.


A instalação de fábricas de polpas e sucos industriais no Estado, fizeram com que diversas ações fossem  iniciadas no sentido de se implantar pólos de manga, abacaxi e de goiaba, bem como ampliar o de morango.


A Fruticultura é uma excelente opção para a diversificação agropecuária, e teve sua introdução diferenciada em função das condições climáticas distintas. O que pode ser observado por regiões.  A região Sul iniciou a implantação de lavouras de banana e de abacaxi. Na região centro-serrana, foram introduzidas as fruteiras de clima temperado e, na região norte, as lavouras comerciais de mamão, de coco e de maracujá.


As frutas que tiveram aumento de produtividade mais expressivo foram abacaxi, que saltou de 15 toneladas/hectare para 45 toneladas por hectare, e o mamão, que passou de 40 para 70 toneladas por hectare. Hoje, o Estado já possui dez polos produtores: goiaba, morango, citros, manga, coco, maracujá, banana, mamão, uva e abacaxi. O polo de pêssego está sendo instalado.


A geração de emprego e de renda, bem como o aumento da demanda interna e externa, é uma realidade, tanto para o mercado de frutas ao natural, quanto para a indústria de processamento, o que  representa  grandes oportunidades na área econômica.


O evento é uma promoção do Governo do Estado, por meio do Sistema SEAG/INCAPER/IDAF/CEASA, com realização da Extrema Eventos em parceria com o Projeto Águas do Rio Doce.


A feira será de 18 a 23 de agosto, de 9 da manhã às 10 da noite, no Centro de Eventos Floriano Varejão, em Carapina, na Serra.


As principais novidades e a programação completa da GranExpoES podem ser conferidas pelo site www.granexpoes.com.br.


 


Assessoria de Imprensa Nacional

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