Técnicos da Ceplac entregam estudo sobre o PAC do Cacau

por admin_ideale

 

Um estudo que analisou a viabilidade econômico-financeira do custeio e do investimento na produção de cacau na Bahia foi entregue nesta sexta-feira, 10, ao superintendente da CEPLAC no estado, Antonio Zózimo de Matos Costa. O trabalho foi produzido a pedido da Direção da CEPLAC para subsidiar as negociações em curso para inclusão do produtor de cacau nas medidas previstas no Plano de Aceleração do Desenvolvimento do Agronegócio na Região Cacaueira do Estado da Bahia (PAC do Cacau) e seu enquadramento na Lei nº 11.775/2008.

Ao agradecer a mais uma contribuição do pessoal técnico da CEPLAC, o superintendente Antônio Zózimo disse que o documento será apresentado ao diretor Jay Wallace da Silva e Mota, em Brasília, para encaminhamento às autoridades das esferas estadual e federal, principalmente os ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Fazenda. “As discussões conduzidas pelo grupo se deram nas instâncias regional, estadual e federal e existem propostas dos produtores de revisão do PAC do Cacau. A instituição dá mais uma contribuição à lavoura cacaueira cumprindo sua missão”, declarou Zózimo.

O estudo conduzido pelos economistas Antonio Zugaib, Rosalina Midlej e Geraldo Dantas Landim, o estatístico Lindolfo Pereira dos Santos Filho e os engenheiros agrônomos João Manuel Afonso, João Henrique Silva Almeida, Roberto Araújo Setubal, Milton Conceição, Ivan Costa e Souza e Roberto José de Souza Santana também avalia o impacto econômico gerado a partir da aplicação dos recursos em custeio e investimento e a capacidade de pagamento do cacauicultor nas condições agro-econômicas (produtividade e preço) atuais. As conclusões não serão ainda tornadas públicas, principalmente porque necessitam de validação de autoridades estaduais e federais para sua aplicação.

Ao fazer a entrega do documento, Zugaib agradeceu à Direção da CEPLAC pela confiança depositada no corpo técnico, que também fez questão de ouvir opiniões de outros setores da instituição. “No desenvolvimento deste trabalho avaliamos inúmeras propostas para o produtor, a quem caberá a análise final e sua adequação. O mais importante, contudo, além da questão financeira é que para viabilizar o PAC do Cacau tem de haver renegociação da dívida da lavoura e novos recursos para custeio”, disse.

 

Comunicação / Ceplac

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