USDA vê safra de café no Brasil e exportações em alta em 2022/23

por Portal Campo Vivo

Em sua primeira projeção para a nova safra brasileira, o USDA disse que a produção total deve chegar a 64,3 milhões de sacas de 60 kg

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) espera um aumento de 11% na produção de café do Brasil na safra 2022/23 (julho-junho), projetando como resultado um crescimento também nas exportações do maior produtor mundial.

Em sua primeira projeção para a nova safra brasileira, o USDA disse que a produção total deve chegar a 64,3 milhões de sacas de 60 kg, uma das maiores estimativas para o país até agora divulgadas por analistas independentes.

Se a previsão estiver correta, essa safra poderia aliviar um pouco o atual aperto do mercado que levou os preços do café em todo o mundo a máximas de vários anos.

A agência do governo dos EUA disse que o Brasil produzirá 41,5 milhões de sacas de café arábica, o tipo mais suave usado por redes de café em todo o mundo. Isso representa um aumento de 14% em relação ao ano passado, quando uma seca severa e geadas prejudicaram a produção.

Essas condições climáticas, segundo o USDA, impediram uma produção ainda maior de arábica em 2022/23.

O USDA disse que o Brasil terá uma safra muito boa de café robusta/conilon, o tipo mais usado para fazer café solúvel, estimando a produção total em um recorde de 22,8 milhões de sacas.

“A produção de robusta… deve se beneficiar de condições climáticas acima da média e bom manejo da cultura, resultando em uma excelente produção”, disse.

As exportações totais devem aumentar 3% em 2022/23, para 39,05 milhões de sacas.

O USDA ajustou para cima sua visão para a safra anterior para 58,1 milhões de sacas, 1,8 milhão de sacas a mais, dizendo que considera informações atualizadas sobre oferta/demanda do setor.

A agência projetou o consumo de café no Brasil, segundo maior consumidor do mundo depois dos EUA, em 22,45 milhões de sacas em 2022/23, apenas um pouco acima da temporada anterior, dizendo que os preços altos e o crescimento econômico modesto criaram dificuldades para o aumento do consumo.

Reuters

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