Preocupação com demanda volta a pesar e café recua mais de 500 pontos em NY

por Portal Campo Vivo

Restrições na China podem reduzir consumo de café; Londres perde mais de US$ 40 por tonelada

O mercado futuro do café arábica segue operando com forte desvalorização para os principais contratos no pregão desta sexta-feira (6) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). As preocupações com a demanda voltam a pesar e no início da tarde as cotações recuavam mais de 500 pontos.

Por volta das 13h13 (horário de Brasília), julho/22 tinha queda de 560 pontos, negociado por 211,55 cents/lbp, setembro/22 tinha baixa de 550 pontos, valendo 211,70 cents/lbp, dezembro/22 tinha desvalorização de 580 pontos, cotado por 210,95 cents/lbp e março/23 tinha baixa de 550 pontos, valendo 210,45 cents/lbp.

Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também continua operando com desvalorização. Julho/22 tinha queda de US$ 43 por tonelada, valendo US$ 2093, setembro/22 tinha desvalorização de US$ 43 por tonelada, cotado por US$ 2088, novembro/22 registrava baixa de US$ 41 por tonelada, negociado por US$ 2081 e janeiro/23 tinha queda de US$ 30 por tonelada, valendo US$ 2083.

“O governo chinês disse hoje que continuará com seus rigorosos bloqueios pandêmicos em Xangai e Pequim, que manterão restaurantes e cafés fechados e reduzirão o consumo de café na China”, destacou a análise do site internacional Barchart.

Além disso, também continua pesando para o café os impasses entre Rússia e Ucrânia, que sem o cessar-fogo aumentam as preocupações com a demanda do produto. Os dois países juntos consomem uma média de 6 milhões de sacas de café por ano. A logística também continua no radar do mercado que espera pelos números dos embarques do Brasil.

Também neste horário, o dólar registrava alta de 0,46% e era negociado por R$ 5,04 na venda. O dólar em alta tende a dar suporte de queda para os preços de café. “O dólar engatava nova alta nesta sexta-feira, chegando a superar os 5,11 reais nos picos do dia, em meio a sentimento ainda frágil no exterior por temores de que o banco central dos Estados Unidos será forçado a elevar os juros de maneira mais rápida, apesar dos vários riscos enfrentados pela economia global”, destacou a agência de notícias Reuters.

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