Com retorno das chuvas no Brasil, café arábica tem queda de 2,47% no acumulado semanal

por Portal Campo Vivo

Londres e mercado físico também recuam nesta 6ª feira

O mercado futuro do café arábica encerrou o último pregão da semana com desvalorização de 2,39% para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US).

Dezembro/21 teve queda de 505 pontos, valendo 203,55 cents/lbp, março/22 teve desvalorização de 505 pontos, cotado a 206,40 cents/lbp, maio/22 teve queda de 495 pontos, valendo 207,15 cents/lbp e julho/22 teve baixa de 475 pontos, valendo 207,35 cents/lbp.

No acumulado semanal o contrato referência, dezembro/21 recuou 2,47%. ” Sinais de uma melhora nas perspectivas para a safra de café do Brasil geraram uma longa liquidação no mercado futuro de café na sexta-feira”, destacou a análise internacional do site Barchart.

Ainda de acordo com a publicação, as preocupações com o Brasil diminuíram nos últimos dias com a retomada das chuvas no parque cafeeiro. “A Ecom Trading informou que as chuvas no Brasil estão acima da média desde setembro, o que deve beneficiar a safra de café Brasil 2022/23, o ciclo de maior produtividade da safra de café arábica”, acrescenta.

No Brasil, no entanto, especialistas em cafeicultura seguem afirmando que o cenário ainda é muito preocupante para 2022, após a seca prolongada e três geadas. A Fundação Procafé afirma que a chuva foi suficiente para recomposição hídrica, mas alerta que a florada generalizada não vingou. Diante desse cenário, especialistas afirmam que a planta precisará de mais tempo para se recuperar.

A semana também foi marcada pelos números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), divulgados nesta semana. Os dados mostram um avanço de 11% nos embarques. E de acordo com Haroldo Bonfá, analista de mercado, os números ajudaram a pressionar as cotações, mas o setor aguarda agora pelos números do Cecafé, a ser divulgado nos próximos dias.

Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também encerra a semana com desvalorização. Janeiro/22 teve baixa de US$ por tonelada, valendo US$ 2181, março/22 teve queda de US$ 23 por tonelada, cotado a US$ 2131, maio/22 teve queda de US$ 21 por tonelada, valendo US$ 2106 e julho/22 teve baixa de US$ 20 por tonelada, valendo US$ 2097. No acumulado semanal, o contrato referência janeiro/22 teve recuo de 3,88%.

No Brasil, o mercado interno acompanhou e também teve um dia de desvalorização nas principais praças de comercialização do país.

O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 3,45% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.260,00, Poços de Caldas/MG teve baixa de 1,92%, valendo R$ 1.275,00, Patrocínio/MG teve queda de 1,50%, valendo R$ 1.310,00, Araguarí/MG teve queda de 3,45%, valendo R$ 1.259,00 e Franca/SP teve queda de 3,03%, negociado por R$ 1.280,00.

O tipo cereja descascado teve queda de 2,25% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.344,00, Poços de Caldas/MG teve baixa de 1,74%, valendo R$ 1.415,00, Patrocínio/MG teve queda de 1,81%, valendo R$ 1.360,00, Varginha/MG teve queda de 1,47%, valendo R$ 1.340,00 e Campos Gerais/MG por 3,30%, valendo R$ 1.319,00.

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