Conilon abre semana com 2,52% de alta; exportação do Vietnã comprometida com gargalos logísticos

por Portal Campo Vivo

Mercado do arábica mantém foco nas chuvas no Brasil

O mercado futuro do café arábica encerrou o primeiro pregão da semana com valorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US).

Dezembro/21 teve alta de 270 pontos, valendo 202,55 cents/lbp, março/22 teve alta de 255 pontos, cotado a 205,15 cents/lbp, maio/22 teve alta de 250 pontos, valendo 205,90 cents/lbp e julho/22 teve valorização de 245 pontos, valendo 206,35 cents/lbp.

“O arábica inicialmente caiu para uma baixa de 2 semanas na segunda-feira, depois que a Somar Meteorologia relatou chuva acima da média no Brasil na semana passada, o que melhorou os níveis de umidade do solo e deve aumentar a produtividade do café”, destacou a análise do site internacional Barchart.

No Brasil, no entanto, analistas confirmam o cenário de alívo no parque cafeeiro, mas mantêm a projeção de preços firmes no longo prazo, já que as chuvas dos últimos dias aliviam, mas não recuperam o potencial produtivo da planta para 2022. Com a seca prolongada e três geadas, especialistas descartam a chance de uma super safra no ano que vem.

Já na Bolsa de Londres, o café tipo conilon teve um dia de valorização expressivas com problemas logísticos no Vientã no radar do mercado.

Novembro/21 teve alta de US$ 73 por tonelada, valendo US$ 2207, janeiro/22 teve alta de US$ 54 por tonelada, cotado a US$ 2195, março/22 teve alta de US$ 36 por tonelada, valendo US$ 2133 e maio/22 teve alta de US$ 33 por tonelada, valendo US$ 2105.

“O conilon disparou na segunda-feira, uma vez que a escassez de contêineres está restringindo as exportações de café do Vietnã. A forte alta de segunda-feira no robusta gerou vendas a descoberto no café arábica, que se recuperou de uma baixa de 2 semanas e subiu”, destacou a análise internacional.

Desde o começo do ano, o maior produtor de café tipo conilon do mundo enfrenta problemas para embarcar café. Com a retomada das economias e a crise logística, as condições ficaram ainda mais críticas nos últimos meses. Segundo Haroldo Bonfá, analista de mercado da Pharos Consultoria, o mercado opera neste pregão de olho nos números de embarques de outubro, e com a perspectiva de um recuo ainda mais expressivo.

No Brasil, o mercado interno teve um dia de estabilidade nas principais praças de comercialização do país.

O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 0,78% em Poços de Caldas/MG, negociado por R$ 1.270,00. Guaxupé/MG manteve a estabilidade por R$ 1.261,00, Patrocínio/MG manteve por R$ 1.285,00, Araguarí/MG mantave a estabilidade por R$ 1.240,00, Campos Gerais/MG manteve o valor por R$ 1.259,00 e Franca/SP manteve o valor de R$ 1.280,00.

O tipo cereja descascado teve queda de 0,70% em Poços de Caldas/MG, negociado por R$ 1.410,00. Guaxupé/MG manteve a estabilidade por R$ 1.330,00, Patrocínio/MG manteve a estabilidade por R$ 1.330,00, Varginha/MG por R$ 1.310,00 e Campos Gerais/MG por R$ 1.319,00.

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