O Cecafé – Conselho dos Exportadores de Café do Brasil inaugurou na última quarta-feira, dia 09, a 100ª sala digital do programa “Criança do Café na Escola”. A sala, em homenagem a Zuca Coser, é a 13ª no Espírito Santo, na E.M.E.F. Pedro Balbino de Menezes, localizada no município de Sooretama (ES).
O projeto Criança do Café na Escola prevê a montagem de salas de informática com dez computadores cada, doados às escolas rurais. Em cinco anos de existência, o projeto, que o Cecafé desenvolveu com outras empresas do setor já beneficiou cerca de 30 mil jovens do ensino fundamental – filhos de meeiros, lavradores que trabalham por dia.
Foram investidos no projeto até o momento, aproximadamente R$ 3,7 milhões. A parceria com a Microsoft garantiu ao programa o volume de R$ 1,3 milhão para investimentos em equipamentos a serem utilizados nas salas digitais.
A nova sala digital no ES, que está sendo lançada em parceria com a Nestlé e a Unicafé, beneficiará mais 600 alunos do ensino fundamental do município.
Conforme explica o Cecafé, este programa é parte da estratégia da entidade de estimular e investir em projetos de responsabilidade social que, ao mesmo tempo, representam um diferencial para os cafés brasileiros em relação aos concorrentes. É o chamado café sustentável, que atende aos preceitos básicos de preservação ambiental e também de inclusão social das famílias cafeicultoras.
“Não se trata de um modismo, mas de uma política da qual não há saída. No exterior, há algum tempo se questiona a procedência do café oferecido. Sociedades maduras, com maioria de população com nível de ensino superior e altos índices de qualidade de vida estão exigindo produtos enquadrados nos quesitos de responsabilidade, que passam pelo seu cultivo e por uma atuação social que busque a sustentabilidade econômica e do ambiente em que vivem os cidadãos” afirma Guilherme Braga, diretor geral do Cecafé.
Segundo Guilherme Braga, esse consumidor está atento para o senso de responsabilidade das empresas. A longo prazo, o fornecedor que não estiver engajado em atitudes sustentáveis estará fora do mercado.
O consumo do chamado café sustentável, produzido de acordo com padrões éticos, ambientais e sociais, já é uma tendência. Gigantes como Procter & Gamble, Nestlé, Sara Lee e até as cafeterias do edifício-sede da ONU começaram a investir no segmento.
Assessoria de Imprensa do Cecafé

