Um dia para representar uma nação. Sim, 28 de julho é a data que comemoramos o Dia do Agricultor, o dia de uma nação. A data é simbólica, mas importante. Diz a literatura que o elemento principal para a evidência de uma nação está no vínculo que une os indivíduos, determinando entre eles a convicção de um querer viver coletivo. Mesmo que a união dos produtores rurais de todo Brasil não seja ainda como deveria, a vontade de preparar e cultivar a terra para que produza une nossos agricultores em cada canto do país.
Essa nação é distinta de qualquer outra, tem vida própria, interesses especiais e necessidades particulares. Uma nação que acorda cedo e acompanha a trajetória diária do sol enquanto prepara a terra, aduba, cuida, e trabalha muito para colher alimentos que nem sabe em qual mesa será servido. A recompensa? Ah… ele já até acostumou que o preço do seu produto não é o seu suor que determina, mas sim fatores externos muitas vezes desconhecidos pelos próprios agricultores. Quando a brisa do fim de tarde já toca seu rosto, cansado, ele agradece e reza. O semblante mistura a alegria por mais um dia e a preocupação de como a natureza (seca, inundações, insetos, doenças, etc,) irá entregar a sua lavoura no próximo amanhecer.
Mas esta nação agrícola não se anula por estes obstáculos. Nem espera pelo Estado, a unidade política adotada por um povo, para plantar a semente. Esta nação tem fome de vitória, de progresso, e sabe que o futuro do seu povo está em suas mãos.
Agricultores, continuem sendo exemplo de trabalho e perseverança e unam-se para lutar pela honra, independência e prosperidade desta nação.
Franco Fiorot
Uma homenagem da Equipe Campo Vivo Comunicações

