Para evitar que os parasitos criem resistência a um determinado parasiticida, o ideal é promover rodízios do princípio ativo. Há ainda a possibilidade de realizar testes para saber se os carrapatos apresentam resistência a determinado princípio ativo. “Se o produtor, por exemplo, usar a ivermectina em novembro, o ideal é que opte por outro produto quando for aplicar em fevereiro”, exemplifica o veterinário.
José Bráulio Florentino avalia que ministrar vermífugos por meio do sal mineral não é uma boa ideia. “É que não dá para saber exatamente o quanto ele irá ingerir”, explica. A boa notícia é que é possível combater parasitas internos e externos com o mesmo princípio ativo. Ivermectinas, doramectinas e abamectinas, que são utilizadas em produtos injetáveis, também são repelentes de parasitas. “A tendência é que os parasitos desçam dos animais que têm essas substâncias em sua corrente sanguínea”, explica.
Uma dica, para exterminar de vez essas pragas, é associar o uso de substâncias injetáveis aos banhos carrapaticidas, ou o uso de parasiticidas tópicos, geralmente pulverizados ou aplicados no lombos dos animais.
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