Produtores rurais devem se atentar a entrega do antigo Livro Caixa

O prazo de entrega começou em 1º de março e vai até 31 de maio

por Portal Campo Vivo
O LCDPR substitui o antigo Livro Caixa – Foto: Expodireto Cotrijal

Os agropecuaristas de todo o Brasil já podem enviar à Receita Federal o Livro Caixa Digital do Produtor Rural (LCDPR) referente ao ano de 2024. O prazo de entrega começou em 1º de março e vai até 31 de maio. A obrigatoriedade se aplica a pessoas físicas que faturaram acima de R$ 4,8 milhões no ano. O descumprimento pode resultar em multas e até na suspensão da Inscrição Estadual.  

O LCDPR substitui o antigo Livro Caixa e exige um registro detalhado de receitas e despesas da atividade rural. No entanto, a Receita Federal não oferece um software para sua elaboração, tornando essencial o uso de soluções especializadas para garantir conformidade fiscal.  

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Empresas como a Senior Sistemas oferecem ferramentas de gestão que integram o controle financeiro e produtivo da propriedade. Segundo Graciele Lima, Head de Produto do Agronegócio da empresa, o ERP da Senior assegura a integridade das informações, facilitando a entrega do LCDPR e a gestão eficiente do negócio rural.  

“Com o ERP da Senior (Enterprise Resource Planning, no português: Planejamento de Recursos Empresarial), é possível manter todas as obrigações fiscais da propriedade em dia com uma gestão financeira e produção eficiente”, destaca.

Além de atender às obrigações fiscais, sistemas de gestão ampliam a eficiência operacional do produtor, permitindo controle desde a produção no campo até a comercialização. Isso contribui para reduzir custos e melhorar a rentabilidade, tornando a tecnologia uma aliada essencial no agronegócio. 

“Quando olhamos para as demandas legais que orbitam o produtor rural, o LCDPR herda a mesma integridade, segurança e agilidade na apuração das informações, assim como a composição desta obrigatoriedade. Imagine toda operação, em tempo real, sendo gerida em conformidade com a demanda legal deste produtor, que apesar de ser regido por um CPF, cada vez mais tem equiparidade com as empresas jurídicas e seus CNPJs”, completa.

Agrolink

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