Programa de Melhoramento Genético de Café do Incaper é apresentado como inovação em workshop

por admin_ideale

Durante o Workshop Gestão Estratégica e Pesquisa Agropecuária, realizado no campus de Goiabeiras da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), na última quarta-feira (11), foi apresentado o Programa de Melhoramento Genético de Café do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper). Participaram do evento pesquisadores do Instituto e gestores de instituições públicas e privadas.

De acordo com o pesquisador do Incaper Romário Gava Ferrão, o Estado é responsável pela produção de 12,8 milhões de sacas de café, sedo 9,9 milhões de conilon e 2,9 milhões de arábica. “O Espírito Santo é responsável por 78% do café conilon do Brasil e por 20% do robusta do mundo, sendo 73% da produção capixaba feita em propriedades familiares. Esses resultados são reflexo do Programa de Melhoramento Genético do Café desenvolvido pelo Incaper”, disse Romário.

Ele disse que o programa é executado há 30 anos e já beneficiou 40 mil famílias no campo e 120 mil cafeicultores. “O Programa baseia-se na produtividade, qualidade e sustentabilidade. Ao longo do tempo foram desenvolvidas nove variedades de café, as quais estão registradas no Ministério da Agricultura”, informou o pesquisador. Ele disse que das 14 variedades de café registradas pelo Ministério, nove são do Incaper.

“As variedades de café não são apenas tecnologias, mas inovação. A inovação acontece quando a tecnologia é apropriada pelo público para o qual foi desenvolvida e transforma a vida das pessoas”, disse Romário.

Além desse caso de sucesso, o workshop apresentou a inovação, tecnologia e processos da empresa Heringer, sua trajetória e os principais produtos desenvolvidos com tecnologia na área de adubação. Para essa palestra, esteve presente o diretor-técnico da Heringer Ulisses Maestri.
Gestão da Inovação

Durante o workshop, a gerente de inovação e renovação da Nestlé Carla Paschoarelli abordou a importância da gestão do conhecimento para a gestão da inovação. “A inovação é um processo colaborativo. É preciso analisar o comportamento do consumidor, indicar tendências, criar uma linguagem comum, ter disciplina e transparência”, disse Carla.

A transformação e a mudança nas instituições também fazem parte do processo de inovação. O diretor de tecnologia e informação da Fibria, Fernando Bertolucci, apresentou esse debate na palestra Cultura de alta performance alicerçada na inovação.

O tema Fibria e Suzano Papel e Celulose – inovação diante das mudanças climáticas foi apresentada pelo gerente de manejo florestal e recursos naturais da Fibria, Robert Santório, e o gerente de tecnologia florestal Bahia da empresa Suzano Papel e Celulose, Ricardo Bentivenha.

 

 

Luciana Silvestre

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