Construção de barragens deve ser prioridade, diz Sindicato Rural de Linhares

por admin_ideale

A grave estiagem que o Estado do Espírito Santo enfrenta, a mais forte dos últimos 40 anos, tem mobilizado o segmento agropecuário na busca de alternativas que possam evitar a falta dos recursos hídricos no campo e na cidade. Entre as ações já estudadas pelo poder público, o Sindicato Rural de Linhares reforça a necessidade do investimento na construção de barragens para armazenar água nas propriedades rurais.

Os prejuízos estão sendo contabilizados em várias atividades rurais devido a seca e dificuldade de irrigar as lavouras. Na zona rural de Linhares, a construção de barragens é apontada por técnicos do setor e produtores rurais como uma saída para evitar que moradores e agricultores enfrentem escassez de água em períodos de longa estiagem. “Com as barragens, é possível reservar a água das chuvas, quando essas vierem. Com uma política de construção de barragens na região, seguindo critérios técnicos, poderemos diminuir consideravelmente essa dificuldade dos produtores rurais e da população em geral”, destaca Antonio Roberte Bourguignon, diretor do Sindicato Rural de Linhares.

Para Roberte, essa ação é uma alternativa altamente viável e que não prejudica o planejamento do setor produtivo. “O produtor rural está acompanhamento o avanço tecnológico rural para produzir mais com menos espaço e utilizando menos recursos naturais. Esse investimento não pode ficar parado por falta de água para irrigar as lavouras. Com as barragens e reservatórios é possível ajustar isso”, destaca o diretor, lembrando que a ação deve ter participação do poder público federal, estadual e municipal e do produtor. “Muitas vezes o produtor quer arcar com o custo da construção mas a burocracia de licenciamento trava o processo e a natureza não espera”, completa Antonio Roberte.

Segundo os levantamentos iniciais do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), as perdas nas lavouras de café variam de 20% a 32%; na produção de leite entre 23% e 28% e na fruticultura entre 20% e 30%.

 

 

Redação Campo Vivo

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