Produtores defendem mudanças na definição do preço da cana

por admin_ideale

Os produtores de cana-de-açúcar querem mudar a metodologia de definição do preço da matéria-prima pago pelas usinas aos plantadores. A principal queixa é a de que eles recebem, pela tonelada, valores abaixo do que a produção realmente vale, comprometendo a rentabilidade do fornecedor e desestimulando a atividade canavieira. Na safra passada, esta diferença chegou, em média, a 13%, mas há regiões em que este percentual é bem superior.

O tema foi discutido pela Comissão Nacional de Cana-de-açúcar da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). O presidente do colegiado, Ênio Fernandes, explica que, atualmente, a formação do preço da cana é definida pelo conselho que reúne produtores independentes da matéria-prima e usinas de etanol e açúcar que adquirem a produção – o Consecana. O encontro ocorreu nesta quarta-feira (23.04).

“Hoje, o preço da cana equivale a 62% dos custos de produção, quando deveria cobrir pelo menos 75%”, justifica o presidente. Segundo Fernandes, há, ainda, o agravante da inadimplência por parte de algumas usinas junto aos fornecedores, comprometendo ainda mais a lavoura. “As indústrias fabricam o etanol e o açúcar, comercializam a produção, mas não pagam os produtores que fornecem a matéria-prima”, completa.

 

 

 

 

CNA

Você também pode gostar

Reset password

Enter your email address and we will send you a link to change your password.

Get started with your account

to save your favourite homes and more

Sign up with email

Get started with your account

to save your favourite homes and more

Powered by Estatik

Este site usa cookies para melhorar a sua experiência. Vamos supor que você está de acordo, mas você pode optar por sair, se desejar. Aceitar