Missão do Incaper visita país africano

por admin_ideale

O projeto “Colaborando com a Construção de uma Cidade de Sonho” que tem como objetivo contribuir com o desenvolvimento sustentável da cidade africada de Xai Xai, em Moçambique, chega a sua terceira missão. Embarcaram neste sábado (21), os quatro profissionais que irão colaborar nas atividades. Os servidores do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), Dirceu Godinho Antunes e Daniel do Nascimento Duarte permanecem no país até o próximo domingo (29), acompanhados de dois funcionários da Prefeitura Municipal de Vitória.

A missão faz parte da cooperação técnica Brasil Moçambique, que conta com técnicos do Incaper, da Secretária de Estado de Ciência, Tecnologia, Inovação, Educação Profissional e Trabalho (Sectti), da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e da Prefeitura Municipal de Vitória.

Nesta etapa, será implantado o Plano de Ação nas comunidades que participam do Diagnóstico Rural Participativos (DRP), com o objetivo de capacitar os técnicos nas metodologias para elaborar um plano de ação de forma participativa e fazê-lo na prática junto à comunidade. Segundo o agente de desenvolvimento rural do Incaper, Daniel do Nascimento Duarte, esta fase encerra parte do projeto que diz respeito aos diagnósticos.

“Agora indicaremos os demais eventos que acontecerão em Xai Xai e onde os técnicos dos órgãos poderão contribuir com um processo interativo de trocas de informação e com constante aprendizado entre Xai Xai e nós”, esclareceu.

As outras duas etapas do projeto também foram realizadas este ano. A primeira em abril teve como meta o reconhecimento da área e a capacitação dos funcionários da prefeitura local. Já a segunda fase em junho, teve como objetivo específico aplicar na prática, em um bairro local, os métodos, ferramentas e procedimentos para construção participativa de Planos de Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável.

De acordo com Duarte, o momento foi importante para os novos rumos serem traçados. “A segunda etapa possibilitou a comunidade se conhecer, vivenciar e apresentar seus problemas aos técnicos da prefeitura local. Este foi o primeiro passo para a construção de um plano estratégico. A população diagnosticando os problemas torna-se percussora do seu destino e do desenvolvimento desejado”, ressaltou.

 

Carla Einsfeld

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