A Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aqüicultura e Pesca (Seag) é uma das integrantes, junto com outras entidades, do Comitê Gestor do Pólo de Maracujá, instituído pela portaria 017 e publicada no Diário Oficial do Espírito Santo nesta sexta-feira (18). O Comitê tem o objetivo de valorizar e dar apoio aos produtores de maracujá do Estado.
Além da Seag, representada pelo Gerente Estadual de Fruticultura, Dalmo Nogueira que será o coordenador técnico do Comitê, participam também a Cooperativa de Produtores de Maracujá (Coopruj), a Associação dos Pequenos Produtores Rurais de Juerana e Juncado (Coopruj), representantes dos municípios de Jaguaré, Sooretama, Pinheiros, Conceição da Barra, São Mateus, Ponto Belo, Boa Esperança, Pedro Canário, Rio Bananal e Aracruz. Fazem parte ainda a Trop Frutas do Brasil, Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência, Técnica e Extensão Rural (Incaper) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
Levando em conta a expressiva importância da cultura do maracujazeiro enquanto instrumento de desenvolvimento regional e da sustentabilidade da produção agrícola do Estado, além da necessidade de aumentar a área plantada no Estado para atendimento das necessidades das agroindústrias viu-se a necessidade de criar um pólo voltado aos cuidados do maracujá capixaba.
O grupo de trabalho visa beneficiar os produtores familiares tendo em vista a importância deles para o agroturismo no Estado, dando maior garantia na comercialização e promoção da sustentabilidade das propriedades de base familiar.
O Comitê irá discutir ações estratégicas para o estabelecimento e monitoramento do maracujazeiro no Espírito Santo, levando em consideração as recomendações técnicas para a cultura e qualidade da fruta, além de buscar soluções para os problemas que comprometem a ampliação da área de produção e a qualidade do maracujá capixaba.
Para o coordenador técnico, Dalmo Nogueira, o Comitê foi criado para discutir problemas não só de ordem técnica, mas também aspectos gerais ligados ao maracujá. “Considerando a importância da cultura na diversificação agrícola e de renda para os agricultores de base familiar do Estado, criamos o Comitê. Esperamos que tenha bons frutos como o Pólo de Goiaba já existente”, afirma Nogueira.

