Para
controlar o avanço da lagarta Helicoverpa zea que está atacando lavouras de
algodão, na região Oeste da Bahia, o Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (Mapa) autorizou o uso de dois produtos biológicos (Virus VPN
HzSNPV e Bacillus Thuringiensis) e três químicos (Clorantraniliprole,
Clorfenapyr e Indoxacarbe), no combate à praga. Estes agrotóxicos já possuem
registro no Brasil e a extensão da aplicação destes será publicada no Diário
Oficial da União (DOU) nesta sexta-feira, 15 de março. A partir desta data, os
produtos já estarão disponíveis para comercialização.
A inserção para utilização restrita dessas sustâncias foi concedida em caráter
emergencial após negociações entre os Ministérios da Agricultura, Saúde e Meio
Ambiente, no âmbito do Comitê Técnico para Assessoramento de Agrotóxicos (CTA).
Outras estratégias também estão sendo estudadas para tratar das contingências e
serão aprovadas ao longo da validade da emergência.
Atento aos fatos, o ministro Mendes Ribeiro Filho, entrou em contato com o
governador da Bahia, Jacques Wagner, no início do mês de março, para informar
sobre as medidas adotadas pelo ministério da Agricultura. Mendes Ribeiro também
determinou que Embrapa designasse pesquisadores para acompanhar o assunto. Além
disso, o Mapa criou ainda um gabinete de emergência fitossanitária, na Bahia,
com o apoio da Agência de Defesa Agropecuária do Estado.
Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento

