O
comércio de café robusta no Espírito Santo está parado, segundo Jardilei
Lorencini, da Escolha Corretora, de Colatina. O Espírito Santo é o maior
produtor nacional da espécie, utilizada nos “blends” com o arábica no café
torrado e moído e para a fabricação do produto solúvel.
As negociações são muito lentas há cerca de quatro meses, de acordo com
Lorencini. Além de os produtores segurarem o produto à espera de melhores
preços, os torrefadores estão preferindo comprar café arábica de qualidade
inferior, cujo preço está bem próximo ao do robusta (conilon) padrão. O arábica
é mais caro e tem qualidade superior ao robusta.
A saca do robusta padrão (tipo 7 e 8) vale R$ 257, enquanto o arábica comum
bica corrida é comercializado por R$ 280 a saca. Como o preço do café arábica
recuou muito nos últimos meses, a diferença entre os dois produtos ficou muito
estreita. De acordo com Lorencini, são os menores diferenciais em quatro anos.
CNC Café
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