Representantes das indústrias, organizações não-governamentais, associações de pecuaristas, varejo, bancos, organizações da sociedade civil, centros de pesquisas e sociedade que integram o Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) discutiram com o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Caio Rocha, a implementação de políticas para o desenvolvimento da pecuária sustentável no Brasil. O encontro foi na sede do Ministério, em Brasília, na tarde desta terça-feira, dia 5 de fevereiro.
O grupo quer o apoio do Mapa às ações já executadas junto à cadeia produtiva e a novos projetos que venham a ser desenvolvidos. O GTPS foi criado em 2007 e constituído formalmente em 2009. No ano passado, o grupo assinou com o Ministério da Agricultura e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) um protocolo de intenções para a recuperação de 15 milhões de hectares de áreas degradas no País até 2020. “Queremos ampliar a parceria para a disseminação da pecuária sustentável. O Ministério tem diferentes programas voltados para isso e o apoio da cadeia é importante para multiplicarmos as ações junto aos produtores”, disse Rocha.
De acordo com o secretário, o Mapa também se propõe a ampliar o apoio às ações de boas práticas sustentáveis implementadas pelo GTPS e também promover em parceria com o Grupo a capacitação técnica de profissionais e produtores, além de atuarem conjuntamente na obtenção de recursos para a execução das ações propostas. A intenção é mostrar os benefícios econômicos, sociais e ambientais a partir implantação das boas práticas agropecuárias.
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Comente esta notícia. Clique
aqui e mande sua opinião.
(É necessário colocar nome
completo, e-mail, cidade e o título da notícia comentada. Todos os comentários
enviados serão avaliados previamente. O Portal Campo Vivo não publicará
comentários que não sejam referentes ao assunto da notícia, como de teor
ofensivo, obsceno, racista, propagandas, que violem direito de terceiros, etc.)
Siga o Campo Vivo no Twitter @CampoVivo
O Campo Vivo também está no Facebook

