A previsão para uma adoção divulgada nessa segunda – feira (06) pela Céleres, aponta para uma adoção 12,3% maior em comparação ao ano anterior e significa 4 milhões de novos hectares com as variedades transgênicas. O relatório indica a intenção de plantio de transgênicos pelos agricultores no Brasil.
A soja continua com a liderança de biotecnologia, que deve ter 88,1% das lavouras com sementes GM, área estimada em 23,9 milhões de hectares. O milho entra na quarta safra começa a ser cultivado com híbridos transgênicos, já se aproxima desse patamar. A safra inverno representa a segunda maior taxa de adoção, com 87,8%, ou 6,9 milhões de hectares de sementes transgênicas. No caso da safra verão, a adoção deve representar 62,6% da área total ou 5,2 milhões de hectares. Já o algodão deve ter 50,1%, ou 546 mil hectares da área total com sementes transgênicas.
“O contínuo crescimento da adoção de biotecnologia deve ser atribuído ao aumento de novas variedades disponíveis no mercado e que, hoje, são adaptadas às diferentes áreas agrícolas do País”, acredita Anderson Galvão, engenheiro agrônomo e sócio-diretor da Céleres. Ele explica que os benefícios diretos e indiretos decorrentes do uso dessas sementes têm sido apontados pelos agricultores como um dos maiores motivos pela escolha.
Em relação aos estados, Mato Grosso segue na liderança, com 9,6 milhões de hectares, seguido pelo Paraná com 6,6 milhões de hectares. A tecnologia com tolerância a herbicidas segue na liderança com 25,3 milhões de hectares, seguida pelas sementes com resistência a insetos, com 5,7 milhões de hectares, e pela tecnologia de genes combinados, com 5,6 milhões de hectares.
Comente esta notícia. Clique aqui e mande sua opinião.
(É necessário colocar nome completo, e-mail, cidade e o título da notícia comentada. Todos os comentários enviados serão avaliados previamente. O Portal Campo Vivo não publicará comentários que não sejam referentes ao assunto da notícia, como de teor ofensivo, obsceno, racista, propagandas, que violem direito de terceiros, etc.)
Siga o Campo Vivo no Twitter @CampoVivo
O Campo Vivo também está no Facebook

