Café: Arábica e conilon têm dia de recuperação

por Portal Campo Vivo

No Brasil, mercado físico acompanhou e teve um dia de valorização

O mercado futuro do café arábica encerrou as negociações desta terça-feira (25) com valorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Depois de dois dias de altas, o arábica encerrou com 2,12% de alta no exterior.

Março/22 subiu 495 pontos, negociado por 237,90 cents/lbp, maio/22 teve alta de 490 pontos, valendo 238,15 cents/lbp, julho/22 teve alta de 485 pontos, cotado por 237,40 cents/lbp, setembro/22 registrou valorização de 475 pontos, valendo 236,45 cents/lbp.

Em Londres, o café tipo conilon também teve um dia de valorização nas principais referências. Março/22 teve alta de US$ 40 por tonelada, valendo US$ 2237, maio/22 registrou valorização de uS$ 37 por tonelada, valendo US$ 2203, julho/22 teve alta de US$ 35 por tonelada, valendo US$ 2191 e setembro/22 registrou valorização de US$ 32 por tonelada, cotado por US$ 2187.

Segundo análise do site internacional Barchart, mais uma vez os contratos têm suporte na redução de oferta de café do Brasil. As condições climáticas no maior produtor e exportador de café do mundo também voltam ao radar do mercado e dão suporte aos preços.

“A Somar Meteorologia informou nesta segunda-feira que Minas Gerais, região que responde por cerca de 30% da safra de café arábica do Brasil, recebeu 28,5 mm de chuva ou 64% da média histórica na semana passada”, afirma a publicação.

No Brasil, especialistas em mercado de café afirmam que o cenário continua sendo de preços firmes, mas não descartam a volatilidade impulsionada por fatores externos como por exemplo, dólar, câmbio e Covid-19.  Do lado da produção, Roberto Thomaziello, disse em entrevista ao Notícias Agrícolas que a chuva trouxe sim alívio às lavouras, mas com cenário positivo para a safra do ano que vem. Em relação à colheita que deve começar nos próximos meses no Brasil, acredita que os números da Conab são mais otimistas do que o que vem sendo observado pelos técnicos agrícolas em campo.

O mercado de conilon teve apoio na oferta restrita do Vietnã – maior produtor de café tipo conilon do mundo. “O Escritório Geral de Estatísticas do Vietnã informou na quinta-feira passada que as exportações totais de café do Vietnã em 2021 caíram -0,2%”, afirma a publicação.

No Brasil, o mercado físico acompanhou e encerrou com valorização nas principais praças de comercialização do país.

O tipo 6 bebida dura bica corrida teve alta de 1,01% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.495,00, Poços de Caldas/MG teve alta de 1,03%, cotado por R$ 1.475,00, Araguarí/MG teve alta de 1,36%, valendo R$ 1.490,00, Varginha/MG teve alta de 2,01%, cotado por R$ 1.520,00, Campos Gerais/MG avançou 1,14%, valendo R$ 1.509,00 e Franca/SP teve alta de 2%, negociado por R$ 1.530,00.

O tipo cereja descascado teve alta de 0,96% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.585,00, Poços de Caldas/MG teve alta de 0,97%, valendo R$ 1.555,00, Varginha/MG teve alta de 1,89%, valendo R$ 1.620,00 e Campos Gerais/MG teve alta de 1,10%, valendo R$ 1.569,00.

Notícias Agrícolas

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