O Festival Café e Cultura Maior Café do Mundo, realizado em Brejetuba, interior do Estado, no último sábado (24), marcou as comemorações do Dia Nacional do Café. O I Festival Café e Cultura de Brejetuba teve início às 13 horas, na praça central da cidade, e fez o município entrar para o livro dos recordes – Guiness World Records, pois na ocasião foram coados 3,5 mil litros de café.
Participaram do evento os deputados Atayde Armani (D25), presidente da Comissão de Agricultura da Assembléia Legislativa do Espírito Santo (Ales), e Doutor Rafael Favatto (PTB), além do secretário de Estado do Turismo, Marcus Vicente; do secretário de Estado da Agricultura, César Colnago; do presidente do Instituto Capixaba de Pesquisa e Extensão Rural (Incaper), Gilmar Dadalto; do secretário extraordinário de Gerenciamento de Projetos, Ênio Bérgoli e também do prefeito de Brejetuba, Itamir Charpinel, de vereadores e secretários municipais.
O festival, que reuniu mais de três mil pessoas, serviu como espaço para apresentações artísticas e demonstração da cultura e culinária do município, além de valorizar e levantar a auto-estima dos agricultores. Foi também uma oportunidade de divulgação do potencial agroturístico da região e abriu caminho para o relacionamento e interação com exportadores, indústrias e pessoas interessadas na comercialização do café de Brejetuba.
O município é o maior produtor de café arábica no Estado e o segundo maior do Brasil. Possui 20 mil hectares ocupados com a atividade, envolvendo cerca de seis mil agricultores em 1.069 propriedades. A expectativa de produção para este ano é de 450 mil sacas, o que deve gerar renda de R$ 90 milhões de reais apenas no setor de produção.
O café gigante
Os organizadores do Festival quebraram o recorde mundial do maior ‘cafezinho’ do mundo, que até então pertencia a uma empresa particular do Panamá, que produziu um café de 2.840 litros.
A água fervente chegou num caminhão térmico fechado e saiu de uma mangueira, encoberta pela simulação de um bico de bule, que jogou a água diretamente num coador gigante, preenchido com 300 quilos de pó de café, doados pelos cafeicultores das região. Depois de coado, o café caiu dentro de uma xícara com capacidade para quatro mil litros, acompanhada por um pires com um raio de 3,5 metros. Abaixo da xícara, uma tubulação levou o café pronto até as garrafas para ser servido ao público.

