Área com defensivos cresce 7,3%

por Portal Campo Vivo

O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Vegetal (Sindiveg) divulgou um estudo indicando que a área tratada com defensivos agrícolas cresceu cerca de 7,3% no primeiro semestre deste ano de 2020. Levando em consideração os números, a área passou de 513 milhões de hectares para 550 milhões de hectares.

Além disso, crescimento em toneladas de produtos aplicados foi de 7,5%, atingindo 346 mil toneladas em 2020, contra 322 mil toneladas em 2019 e o volume aplicado por hectare tratado foi de 0,63 kg/ha, indicam os dados do Sindiveg, em um estudo encomendado à consultoria Spark. “Produzir alimentos num país tropical é um grande desafio, pois as pragas, insetos e ervas resistentes encontram condições extremamente favoráveis ao seu desenvolvimento. A indústria de defensivos continua a fazer significativos investimentos em pesquisa e desenvolvimento de produtos cada vez mais escassez, para que o agricultor possa lidar com este grande desafio à produtividade”, explica Júlio Borges Garcia, presidente do sindicato.

Levando em consideração as pragas, “para a cultura da soja, os maiores desafios ao aumento da produtividade foram as doenças (ferrugem asiática) e insetos (percevejo), enquanto para o milho foram os insetos (lagartas e percevejos). No caso da cana, as maiores preocupações foram as ervas resistentes (braquiárias) e insetos (cigarrinhas e sphenophorus). Para a cultura de algodão, os insetos, especificamente o bicudo, continua sendo o maior desafio para controle da produtividade. No café, o maior desafio observado foi em relação a insetos (bicho mineiro) e doenças (ferrugem)”.

Essas culturas são importantes porque, juntos, soja, milho, cana, algodão e café representaram cerca de 90% da utilização de defensivos agrícolas para o controle de pragas, doenças e ervas resistentes.

Nesse mesmo cenário, uma pesquisa própria indicou que as empresas associadas ao sindicato financiaram, em 2019, aproximadamente R$ 21 bilhões para compra de defensivos agrícolas pelo produtor rural em um prazo médio de 240 dias.

Agrolink

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