Com a Semana Santa se aproximando, o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) orienta os consumidores sobre a compra do palmito, um dos ingredientes da torta capixaba, bastante consumida durante a data. Para que os consumidores não adquiram produto clandestino, o Idaf orienta para que comprem palmitos in natura cultivados para o comércio e autorizados para comercialização, como o Pupunha, o Coqueiro e a Palmeira Real.
“Nos últimos anos, felizmente temos percebido uma sensível redução no número de palmitos clandestinos comercializados. Por isso, é importante que a população esteja alerta e compre apenas produtos de origem legal”, afirma o chefe do Departamento de Recursos Naturais Renováveis do Idaf, Eduardo Chagas.
O Instituto dá, ainda, dicas de espécies que são extraídas ilegalmente e comercializadas de forma clandestina, prejudicando a natureza, como Indaiá, Juçara e Amargoso, nativas da Mata Atlântica.
Identificação do produto
Para confirmar se o palmito possui origem legal, o consumidor pode solicitar ao vendedor a documentação identificando que o palmito é proveniente de plantios licenciados e que seu corte foi previamente autorizado. Ao adquirir o palmito “in natura” com a documentação necessária, os consumidores contribuem para o controle e a proteção florestal.
Joyce Azevedo
Redação Campo Vivo com informações do Idaf
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