O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) realizou nessa quinta-feira, 22, em Pedro Canário, uma reunião técnica com produtores do município e de Conceição da Barra, e outros profissionais interessados em investir no plantio comercial do caju.
Segundo o secretário Estadual de Agricultura, Enio Bergoli, o caju é uma fruta muito comercial que proporciona o aproveitamento quase que total da produção e o Espírito Santo está localizado na região considerada o maior centro consumidor do Brasil. “O fruto tem destinação para o consumo in natura e industrial e a castanha tem boas opções de mercado. A intenção do Estado é organizar as condições necessárias para que o produtor tenha viabilidade para os plantios e garantidas e opções para vender a produção”, afirmou.
O encontro faz parte das ações da Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) para implantar o Pólo de Caju na região Extremo Norte do Espírito Santo. Além do Secretário de Agricultura, o evento contou com as presenças do coordenador do Programa Estadual de Fruticultura, Dalmo Nogueira, da coordenadora do Programa de Fruticultura do Incaper, Adelaide Santana, representantes de cooperativas e associações de produtores dos municípios de Pedro Canário e Conceição da Barra, do setor industrial e financeiro, e de técnicos que atuam na área de fruticultura.
O Polo de Caju será o 13º consolidado para a produção de frutas no Espírito Santo. Com a fruticultura, o produtor rural tem uma alternativa para diversificar a produção e gerar novas fontes de emprego e renda. A Seag investiu na aquisição de 20 mil mudas do caju anão precoce, variedade é indicada para as condições naturais de Pedro Canário e Conceição da Barra, região onde inicialmente será implantado o Polo de Caju. A meta é formar 100 hectares nos dois municípios nessa primeira etapa.
A partir desse primeiro encontro o Incaper vai organizar o cadastramento dos produtores interessados em ingressar no Polo de Caju. Os interessados devem procurar os escritórios do órgão de Conceição da Barra e de Pedro Canário.
Joyce Azevedo
Redação Campo Vivo
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