Fórum debate os rumos da agricultura até 2022

por admin_ideale

Para uma plateia de agricultores, pesquisadores e representantes de entidades ligadas ao agronegócio, os painelistas trouxeram informações que apontam a produção de alimentos com projeções de crescimento.

O secretário de política agrícola do Ministério da Agricultura, Caio Rocha, apresentou a atual realidade vivida pela agricultura nacional e algumas ações que devem acontecer em breve, visando facilitar as ações para os produtores. Conforme Rocha, o Mapa tem que realizar ações de forma conjunta com o produtor. “Não adianta lançarmos um plano agrícola depois que o planejamento da lavoura foi realizado. Pensando assim, vamos lançar em abril o plano agrícola para as culturas de inverno”, observa Rocha, adiantando que em junho acontecerá o lançamento de um plano de incentivo a pecuária nacional”.

O programa ABC da agricultura sustentável foi o tema exemplificado por Carlos Magno, coordenador do programa a nível nacional. Esse plano é desenvolvido em 11 estados e no Rio Grande do Sul conta com a participação de entidades, universidades, cooperativas e representantes do agronegócio. A realização de uma agricultura com baixa emissão de carbono foi o grande enfoque do painel, com destaque para a importância da utilização do plantio direto. “Esse sistema protege o solo, reduz a emissão de gazes”, comenta Magno.

O novo Código Florestal Brasileiro esteve em pauta durante o evento. Derli Dossa, chefe da assessoria de Gestão Florestal Estratégica do Ministério da Agricultura falou sobre os entraves e as negociações que envolvem o tema. “Esse é um confronto político e biológico”, declara Dossa, referindo-se a pontos conflitantes como a reserva legal, APPs, área de relevo, entre outras questões. “Os deputados e os senadores são os dois lados da solução. Lá sai a média”.

Com projeções para 2022, José Garcia Gasques, apresentou dados referentes a estudos realizados pela Embrapa em todo o país em diversos segmentos da agricultura. Dados indicam um aumento de produção de 21% da produção de grãos, tendo soja e milho como carro-chefe. “A agricultura está passando por uma fase de bastante otimismo e o mercado interno será o principal destino da produção”.

 

 

Agrolink

 

 

 

 

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