Reunião mensal da Brapex debate temas importantes

por admin_ideale

 

 

A primeira reunião de 2012 de associados da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Papaya (Brapex) aconteceu na semana passada (25/01), em Linhares (ES), e debateu temas importantes para o crescimento do setor na região produtora da fruta.

A coordenadora administrativa, Lierley Neves, apresentou o balanço financeiro da entidade, explicando detalhadamente o controle bancário da associação. Logo após, foram discutidos alguns problemas do setor, como leis trabalhistas, taxas, preços dos insumos, capacitações, comercialização, entre outros, que serão trabalhados pela Brapex nas próximas semanas.

Um dos principais temas debatidos foi a criação de um selo, baseado em padrões de qualidade de produção da fruta, para diferenciar o produto no mercado. “Já estamos estudando os parâmetros para que possamos produzir um fruto de qualidade, identificado no mercado por um selo e, conseqüentemente, mais valorizado”, afirmou o vice-presidente da Brapex, Rodrigo Martins.

O médico, Dr. Carlos Jaques Mazzei, esteve presente na reunião para apresentar proposta de convênio com uma clínica de medicina do trabalho para os associados. A próxima reunião da associação está marcada para o dia 29 de fevereiro, em Teixeira de Freitas (BA).

 

Agrônomo apresenta resultados prévios de tecnologia

O engenheiro agrônomo, Marcos Balbi, apresentou, durante a reunião, a tecnologia que está monitorando lavouras de mamão na região norte capixaba. Após a implantação da plataforma na semana passada, Balbi trouxe as primeiras análises de dados climáticos que podem auxiliar o produtor na tomada de decisões. “Essa ferramenta facilita a adoção da agricultura de precisão. Precisamos ter os parâmetros da cultura para decidir corretamente”, diz Balbi.

Os dados fornecidos pela plataforma proporcionam o monitoramento do clima durante 24 horas do dia. Assim, é possível entender os efeitos do clima na planta e fazer a programação na lavoura, seja de insumos ou irrigação. “No tomate, por exemplo, temos caso de produtor que utilizava o dobro do necessário nas mudas por falta de conhecimento”, destaca o agrônomo.

 

 

 

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