CORONAVÍRUS: Devolução de embalagens de defensivos é reduzida

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As unidades de recebimento do Sistema Campo Limpo anunciaram uma redução nas atividades de recebimento de embalagens vazias de defensivos agrícolas. O objetivo, de acordo com a entidade de reciclagem, é ajudar a combater a pandemia de COVID-19 no Brasil. Para isso, atuam com 50% da capacidade de operação desde o último dia 24 de Março, e metade dos agendamentos de devolução serão remanejados.

“Preocupado com a segurança das pessoas, o inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias), entidade gestora do Sistema Campo Limpo, programa brasileiro de logística reversa de embalagens vazias e sobras pós-consumo de defensivos agrícolas, recomendou que as unidades de recebimento operem com 50% de sua capacidade, desde 24 de março. O Sistema Campo Limpo atenderá 50% das devoluções previamente agendadas pelos agricultores por um prazo de trinta dias, renováveis a cada trinta dias, se necessário. As demais serão remarcadas”, diz comunicado do inpEV.

Com o aval do Ministério da Agricultura, afirma o Instituto, as medidas foram tomadas para garantir a segurança dos elos da cadeia agrícola e o funcionamento do Sistema: “Nas unidades de recebimento, os funcionários trabalharão em esquema de rodízio, reduzindo a circulação de pessoas, e adotarão todos os cuidados especiais no recebimento, conforme orientações do Ministério da Saúde, como: disponibilidade de recipientes com álcool em gel em todos os ambientes; restrição do acesso e manutenção de distância de segurança entre os funcionários e agricultores; e realização de Diálogos Diários de Segurança com as equipes das unidades, garantindo disseminação de informações e materiais sobre a covid-19, orientações e formas de prevenção”.

“O inpEV está avaliando em tempo real todas as mudanças de cenário e estabelecendo ações contínuas de segurança, comunicação e educação para garantir que o Sistema Campo Limpo siga em funcionamento de forma efetiva e segura”, afirma o diretor-presidente do instituto, João Cesar M. Rando.

Agrolink

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